domingo, 21 de abril de 2013

Palácio Real de El Pardo

 


O Palácio de El Pardo situa-se no bairro de El Pardo. O Palácio foi construído no século XVI, a partir de um edifício já existente. O seu atual estilo compreende reformas e ampliações no século XVIII, por ordem de Carlos III.

Nos arredores do palácio foi surgindo um pequeno núcleo urbano, que deu lugar a aldeia de El Pardo, que integra atualmente o perímetro municipal de Madrid.

El Pardo destaca-se por seu valor arquitetonico e sua decoração interior, que representa várias épocas da história.

História

O Rei Henrique III de Castela ordenou a construção de uma Casa Real no Monte El Pardo, lugar onde frequentava. Henrique IV então edificou um pequeno castelo. Após, o Imperador Carlos I determinou que o castelo virasse palácio. As obras começaram em 1547 e terminaram em 1558.

Em 13 de março de 1604 houve um incêndio que destruí grande parte do Palácio e várias obras de arte. O Rei Felipe III decretou a reconstrução com um orçamento de 80.000 ducados, concendo a Francisco de Mora a direção da obra.

Em 1772,foi promovida várias melhorias e ampliações no palácio, que foram organizadas por Francesco Sabatini.

No século XX, após o fim da Guerra Civil Espanhola,o edifício sofreu várias obras para servir de moradia para Francisco Franco. Após ua morte sofreu novas obras para servir de alojamento para os chefes de estado e autoridades.

Interior

O Palácio abriga importantes obras, além de elementos decorativos de grande valor, que se perderam quando houve o incêndio.

No século XVIII, suas salas foram dotadas de uma relevante coleção de tapetes, dos quais conservam-se cinco séries. Exibem-se também os quadros de Isabel a Católica de autoria de Juan de Flandes e o Retrato de Dom João José de Áustria a cavalo de José de Ribera, possui também obras de Antonio Moro, Hieronymus Bosch, Sánchez Coello,Lucas de Heere e Sofonisba Anguissola.

A maior parte do mobiliário corresponde aos séculos XVIII e XIX.







Palácio Real de Riofrío



O Palácio Real de Riofrío é uma das residências da Real Família Espanhola, sendo administrado pelo Patrimônio Nacional de Espanha. Trata-se de um Bosque no município de San Ildefonso, a 11 quilômetros da cidade que deu nome ao município. Possui um estilo italiano, com um quadrado e três andares, idealizado pelo arquiteto italiano, Virgílio Rabaglia sendo muito parecido com o Palácio Real de Madrid. É cercado por um grande bosque de 625 hectares, habitados por cervos e veados, entre outros animais nativos.

História

A Rainha Isabel Farnésio, desejava ardentemente que seu filho Carlos se tornar Rei de Espanha, mas seguindo a linha de sucessão ao trono, este desejo correspondia aos filhos mais velhos do primeiro casamento do Rei Filipe V, Luís e Fernando. Mesmo assim Isabel exercia grande influência política e nos assuntos de estado, Luís ascendeu ao trono, mas morreu sete meses depois, então Filipe V voltou ao trono onde permaneceu até sua morte em 1746. Quando ascendeu ao trono, Fernando VI, que irritado com a interferência da Rainha Isabel, ordenou-lhe construir um palácio para afastá-la da corte. Foi então que foi criado este Palácio.

Antes do fim das obras, Fernando VI, morreu e Isabel realizou seu desejo com a subida de seu filho ao trono. Com a chegada de Carlos ao trono, Isabel não precisou mudar-se para o Palácio de Riofrío.

Apesar de Isabel nunca ter residido no palácio, este serviu de residência para Dom Francisco I e Afonso XII. E também era utilizado quando os soberanos espanhóis saiam para caçar nos Bosques de Riofrío.


Palácio de Zarzuela


O Palácio de Zarzuela é a residência dos Reis da Espanha. Foi mandado ser construído pelo rei Filipe IV, durante o século XVII.

O Palácio está situado nos arredores de Madrid. Além dos Reis da Espanha vive no palácio o príncipe Felipe com a esposa a Princesa Letizia e as filhas as Infantas Leonor e Sofía

O Palácio




O Palácio de Zarzuela é a residência dos Reis espanhóis desde seu casamento, depois da morte de Francisco Franco, no ano de 1975, os reis se recusaram a morar no Palácio de El Pardo. Recentemente foram adicionadas duas alas ao edifício original. Numa delas foram instaladas salas privadas, escritórios e outros departamento de segurança, no Palácio há também uma capela, uma área de desportos e um heliporto.

O Interior

O Palácio possui uma atmosfera de simplicidade, conforto e vida em família. O Palácio foi o local de nascimento do estilo opereta espanhol; O edifício, construído no século XVII, é constituído de três pisos. O primeiro é o semi-cave, cave e sótão. O segundo, o cargo de Rei e seus assistentes, biblioteca, sala de jantar e sala de estar. No terceiro andar estão os quartos e salas de estudo. Na última década, foram adicionadas duas alas ao edifício original.



Residência do Monarca



Durante o século XVII, o rei Filipe IV ordenou que fosse construído um pequeno palácio rural, ou pavilhão de caça, num lugar denominado de La Zarzuela, próximo de Madrid. É a residência dos reis Juan Carlos e Sofía desde o seu casamento. Depois da morte de Francisco Franco, em 1975, os Reis recusaram ocupar o seu Palácio de El Pardo, deixando-o para os visitantes de Estado estrangeiros, designando o Palácio da Moncloa como residência do Presidente do Governo Espanhol, enquanto a Família Real permanecia na Zarzuela. O Palácio Real de Madrid, a antiga residência dos reis da Espanha é, atualmente, usada apenas para ocasiões de Estado. Na última década, foram adicionadas duas alas ao edifício original. Numa delas foram instaladas salas privadas da Família Real, escritórios e outros departamentos de segurança. O palácio Zarzuela tem também uma pequena capela, uma área de desportos e um heliporto. No Verão de 2002, o príncipe real, Felipe, Príncipe das Astúrias, mudou-se para a nova residência, um palácio de 3.150 m² construído no interior do parque do Palácio da Zarzuela.


Moradia dos Príncipes das Astúrias e suas filhas













Os Príncipes das Astúrias se mudaram para o interior do Palácio em 2002, a residência dos Príncipes tem 3.150 m². A residência é dividida assim no andar térreo tem: um hall de entrada, o escritório do príncipe e outro para o seu assessor, uma sala de espera, uma biblioteca, uma sala comum, uma sala formal de jantar, uma sala de estar, uma sala de jantar privada, uma suíte e uma cozinha com gabinete, um porão, uma cozinha industrial; quatro quartos com banheiros, sala de jantar, sala de estar, um sótão vazio, uma garagem com oito lugares e área de piscina.


 Jardins

O Palácio da Zarzuela tem um jardim italiano com fontes, um outro jardim e um viveiro de árvores. Reconstruído após a Guerra Civil, o arquiteto Diego Méndez (1958), manteve a sua caixa original e a parede do pórtico e recriou os jardins projetados por Gaspar Bandal no século XVII.  A envolvência do palácio está cercada por uma rica fauna.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Reunião de trabalho na Sede del Instituto Madrileño de Estudios Avanzados Alimentación

Junto com a Conselheira de Educação, Juventude e Esporte, Sua Alteza Real a Princesa de Astúrias conheceu os últimos avanços no desenvolvimento tecnológico e inovação no âmbito da nutrição.


Sua Alteza Real a Princesa de Astúrias assistiu esta manhã a uma reunião de trabalho na sede do Instituto Madrileño de Estudios Avanzados Alimentación onde se informou sobre as atividades de investigação, desenvolvimento tecnológico e inovação que realiza este centro nos âmbitos da nutrição, da alimentação e da saúde. Durante a reunião se fez especial a ênfase aos avanços que o estudo dos genes abordados nestes campos e a importância para a prevenção de doenças têm a educação em a  alimentação, fundamental nos primeiros anos da infância e durante as primeiras etapas de escolarização.

Acompanharam na reunião a Dona Letizia, a Conselheira de Educação, Juventude e Esporte da Comunidade de Madrid, Lucía Figar; o diretor do centro, Professor Guillermo Reglero; a presidenta do Patronato da Fundação IMDEA Alimentación, Professora Manuela Juárez e o diretor científico, Professor José María Ordovás.













quinta-feira, 18 de abril de 2013

Inauguração do "7th European Jurists' Forum"

Sua Alteza Real o Príncipe de Astúrias y de Girona presidiu a abertura este encontro, em que se abordam diversos assuntos jurídicos da atualidade na União Europeia





Durante a inauguração, Don Felipe afirmou que este fórum “é uma mostra da colaboração inteligente e eficaz entre a comunidade acadêmica especializada e a comunidade jurídica”, pondo de alívio que “se há preparado e desenhado jornadas nas que participam acadêmicos e pro fissionais de Direito muito relevantes”. O Príncipe destacou que “esta fórmula permite sem dúvida extrair os ensinamentos mais concluintes a partir da inter-relação que o conhecimento teórico e a experiência prática”. “É a primeira vez na história destes fóruns que são impulsionados diretamente por uma corporação pro fissional, como o Colégio de Advogados de Barcelona, que apostaram de maneira clara por uma maior internacionalição”, destacou.






Em relação aos pontos a abordar neste encontro, Don Felipe observou "em comum denominador" de sua dimensão européia e as temáticas dos trabalhos. "A partir da necessidade de reforçar este espaço comum de segurança jurídica e econômica,imprescindivel para a convivência, a estabilidade e a prosperidade de nossas nações,contemplando com sentido realista mais com a maior ambição das medidas apropriadas", manifestou Sua Alteza Real.
O Príncipe de Astúrias y de Girona este acompanhado pelo presidente do Tribunal Supremo e do Conselho Geral do Poder Judicial,Gonzalo Moliner; o secretário de Estado de Justiça, Fernando Román; o prefeito de Barcelona, Xavier Traias; a vice-presidente da Generalitat da Catalunha,Joana Ortega;o presidente do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, Miguel Ángel Gimeno; o sub-delegado do Governo em Barcelona e delegado do Governo na Generalitat da Catalunha, Emili Ablanedo; o decano do Ilustre Colegio de Abogados de Barcelona e organizador do Fórum, Pedro L.Yúfera, e o diretor da Academia de Direito Europeu e organizador de Fórum, Wolfgang Heusel, entre outras personalidades.