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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Reales Alcázares de Sevilla

Pátio das Donzelas

Jardim do Reales Alcázares de Sevilla

Palácio de Pedro I
 Reales Alcázares de Sevilla é um lugar de alojamento dos membros da Família Real ou de personalidades que visitam a cidade. O palácio é um complexo palaciano situado em Sevilla composto por vários edifícios diferentes épocas.

O conjunto foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1987, integrado no sítio Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilla

Na entrada temos a Porta do Leão, emestilo almóada. Depois tudo o que se pode ver é um conjunto extraordinariamente de arte árabe e cristã. Quando se cruza a muralha árabe vemos o Pátio da Montaria.

Passamos ao Pátio do Leão, onde se podem contemplar as magníficas filigranas do Palácio de Pedro I. À direita situa-se o Quarto do Almirante, destinado por Isabel a Católica como Casa de Contratação depois da descoberta do Novo Mundo. Conserva-se no recinto a "Virgem dos Mareantes", de Alejo Fernández, obra de 1531, como lembrança do feito produzido. Foram aqui projectadas as mais célebres viagens dos descobridores, como a Primeira Volta ao Mundo de Magalhães. No outro extremo do pátio existem uns salões do século XVIII, construídos sobre restos de um palácio gótico do qual ainda se conservam os Banhos de Maria de Padilla, a Capela e o Salão de Carlos V.

Caminhando ao longo das galerias e salas decoradas com belos azulejos e preciosos tectos mudéjares, desde o vestíbulo chega-se ao Pátio das Donzelas, o pátio principal, uma obra mestra da arte mudéjar andaluza. Os Apartamentos Reais estão num primeiro nível com as salas redecoradas no século XVIII. depois deste pátio encontramos a Sala dos Reis, a Sala de Carlos V contendo grandes tapetes de Bruxelas, o Salão do Imperador com azulejos do século XV e tapetes flamencos, e o famoso Salão dos Embaixadores, uma sala cuberta por uma cúpula semiesférica adornada com complicados arabescos dourados. Todas estas salas têm vistas para o pátio. A última delas é o aposento mais importante do alcázar.

A partir da Sala de Filipe II chega-se ao Pátio das Bonecas, cujo nome se deve aos pequenos rostos visíveis em vários arcos. Este pátio, com uma belíssima ornamentação de azulejos e arabescos de estuque, costuma animar os visitantes que descubrem as caritas de bonecas talhadas em diversas colunas, já que se pretarmos atenção podemos encontrar nove cara em diferentes zonas da sala. Segundo a tradição, "traz sorte" a quem as encontra pelos seus meios.

O terramoto de Lisboa de 1755 afectou o conjunto arquitectónico, obrigando à realização de importantes modificações. Foi dado, então, um toque barroco ao pátio do cruzeiro.



 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Audiência com o Sr. Agapito Mba Mouy, Ministro de Assuntos Exteriores e Cooperaçãoda República da Guiné Equatorial

Sua Majestade o Rei recebeu no Palácio de Zarzuela o ministro de Assuntos Exteriores e Cooperação da República da Guiné Equatorial, Agapito Mba Moukuy.



O ministro de Assuntos Exteriores e Cooperação da República da Guiné Equatorial, Agapito Mba Mauy, foi ao Palácio de Zarzuela acompanhado pelo secretário de Estado de Assuntos Exteriores, Gonzalo de Benito Secades.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Almoço oferecido em representação do mundo das letras, na ocasião da entrega do Prêmio de Literatura Castelã "Miguel de Cervantes" 2012

O tradicional encontro prévio da cerimônia da entrega do Prêmio Cervantes rendeu homenagem a José Manuel Caballero Bonald.

Os Príncipes de Astúrias ofereceram no Palácio Real o tradicional almoço prévio a cerimônia de entrega do Prêmio Cervantes, em homenagem ao ganhador da edição correspondente ao ano de 2012, José Manuel Caballero Bonald, na véspera da cerimônia de entrega, que terá lugar na Universidade de Alcalá.

Em seu discurso, Dom Felipe destacou que o reencontro com o Quixote "lembra sempre idéias novas e provoca novos sentimentos. Mas é mais surpreendente, todavia o feito que essas idéias, esses sentimentos estão estreitamente vinculados ao momento que vivemos: oferecem-nos lições e estímulos para cada circunstância".

"Se cada vez que retornamos a Cervantes sentido e sentimento reaparece vinculados a circunstância que vivemos, é porque o cavaleiro da mancha não é um transtornado, vítima dos devaneios de suas leituras, sim 'um iluminado que recorre bandeira e norma de conduta'", destacou o Príncipe de Astúrias "o mundo sublimando o sentindo de sua luta por um ideal: fazer justiça, proteger o desvalido, moldar sua vida ao pensamento".



































Audiência com D. José Manuel Caballero Bonald, ganhador do Prêmio de Literatura em Língua Castelã "Miguel de Cervantes" 2012

Dom Juan Carlos e Dona Sofía receberam no Palácio de Zarzuela o ganhador do Prêmio Cervantes 2012 e sua esposa, na véspera da cerimônia de entrega.



Manuel Caballero Bonald acudiu ao Palácio de Zarzuela acompanhado por sua esposa, Josefa Ramis, assim como o ministro de Educação, Cultura e Esporte, José Ignacio Wert, e o diretor do Instituto Cervantes, Víctor García de La Concha.

O “Prêmio ‘‘ Miguel de Cervantes” é o máximo reconhecimento do trabalho criativo de escritores espanhóis que, com o conjunto de sua obra, contribuem para enriquecer de forma notável o patrimônio literário da língua espanhola.






domingo, 21 de abril de 2013

Palácio Real de El Pardo

 


O Palácio de El Pardo situa-se no bairro de El Pardo. O Palácio foi construído no século XVI, a partir de um edifício já existente. O seu atual estilo compreende reformas e ampliações no século XVIII, por ordem de Carlos III.

Nos arredores do palácio foi surgindo um pequeno núcleo urbano, que deu lugar a aldeia de El Pardo, que integra atualmente o perímetro municipal de Madrid.

El Pardo destaca-se por seu valor arquitetonico e sua decoração interior, que representa várias épocas da história.

História

O Rei Henrique III de Castela ordenou a construção de uma Casa Real no Monte El Pardo, lugar onde frequentava. Henrique IV então edificou um pequeno castelo. Após, o Imperador Carlos I determinou que o castelo virasse palácio. As obras começaram em 1547 e terminaram em 1558.

Em 13 de março de 1604 houve um incêndio que destruí grande parte do Palácio e várias obras de arte. O Rei Felipe III decretou a reconstrução com um orçamento de 80.000 ducados, concendo a Francisco de Mora a direção da obra.

Em 1772,foi promovida várias melhorias e ampliações no palácio, que foram organizadas por Francesco Sabatini.

No século XX, após o fim da Guerra Civil Espanhola,o edifício sofreu várias obras para servir de moradia para Francisco Franco. Após ua morte sofreu novas obras para servir de alojamento para os chefes de estado e autoridades.

Interior

O Palácio abriga importantes obras, além de elementos decorativos de grande valor, que se perderam quando houve o incêndio.

No século XVIII, suas salas foram dotadas de uma relevante coleção de tapetes, dos quais conservam-se cinco séries. Exibem-se também os quadros de Isabel a Católica de autoria de Juan de Flandes e o Retrato de Dom João José de Áustria a cavalo de José de Ribera, possui também obras de Antonio Moro, Hieronymus Bosch, Sánchez Coello,Lucas de Heere e Sofonisba Anguissola.

A maior parte do mobiliário corresponde aos séculos XVIII e XIX.







Palácio Real de Riofrío



O Palácio Real de Riofrío é uma das residências da Real Família Espanhola, sendo administrado pelo Patrimônio Nacional de Espanha. Trata-se de um Bosque no município de San Ildefonso, a 11 quilômetros da cidade que deu nome ao município. Possui um estilo italiano, com um quadrado e três andares, idealizado pelo arquiteto italiano, Virgílio Rabaglia sendo muito parecido com o Palácio Real de Madrid. É cercado por um grande bosque de 625 hectares, habitados por cervos e veados, entre outros animais nativos.

História

A Rainha Isabel Farnésio, desejava ardentemente que seu filho Carlos se tornar Rei de Espanha, mas seguindo a linha de sucessão ao trono, este desejo correspondia aos filhos mais velhos do primeiro casamento do Rei Filipe V, Luís e Fernando. Mesmo assim Isabel exercia grande influência política e nos assuntos de estado, Luís ascendeu ao trono, mas morreu sete meses depois, então Filipe V voltou ao trono onde permaneceu até sua morte em 1746. Quando ascendeu ao trono, Fernando VI, que irritado com a interferência da Rainha Isabel, ordenou-lhe construir um palácio para afastá-la da corte. Foi então que foi criado este Palácio.

Antes do fim das obras, Fernando VI, morreu e Isabel realizou seu desejo com a subida de seu filho ao trono. Com a chegada de Carlos ao trono, Isabel não precisou mudar-se para o Palácio de Riofrío.

Apesar de Isabel nunca ter residido no palácio, este serviu de residência para Dom Francisco I e Afonso XII. E também era utilizado quando os soberanos espanhóis saiam para caçar nos Bosques de Riofrío.


Palácio de Zarzuela


O Palácio de Zarzuela é a residência dos Reis da Espanha. Foi mandado ser construído pelo rei Filipe IV, durante o século XVII.

O Palácio está situado nos arredores de Madrid. Além dos Reis da Espanha vive no palácio o príncipe Felipe com a esposa a Princesa Letizia e as filhas as Infantas Leonor e Sofía

O Palácio




O Palácio de Zarzuela é a residência dos Reis espanhóis desde seu casamento, depois da morte de Francisco Franco, no ano de 1975, os reis se recusaram a morar no Palácio de El Pardo. Recentemente foram adicionadas duas alas ao edifício original. Numa delas foram instaladas salas privadas, escritórios e outros departamento de segurança, no Palácio há também uma capela, uma área de desportos e um heliporto.

O Interior

O Palácio possui uma atmosfera de simplicidade, conforto e vida em família. O Palácio foi o local de nascimento do estilo opereta espanhol; O edifício, construído no século XVII, é constituído de três pisos. O primeiro é o semi-cave, cave e sótão. O segundo, o cargo de Rei e seus assistentes, biblioteca, sala de jantar e sala de estar. No terceiro andar estão os quartos e salas de estudo. Na última década, foram adicionadas duas alas ao edifício original.



Residência do Monarca



Durante o século XVII, o rei Filipe IV ordenou que fosse construído um pequeno palácio rural, ou pavilhão de caça, num lugar denominado de La Zarzuela, próximo de Madrid. É a residência dos reis Juan Carlos e Sofía desde o seu casamento. Depois da morte de Francisco Franco, em 1975, os Reis recusaram ocupar o seu Palácio de El Pardo, deixando-o para os visitantes de Estado estrangeiros, designando o Palácio da Moncloa como residência do Presidente do Governo Espanhol, enquanto a Família Real permanecia na Zarzuela. O Palácio Real de Madrid, a antiga residência dos reis da Espanha é, atualmente, usada apenas para ocasiões de Estado. Na última década, foram adicionadas duas alas ao edifício original. Numa delas foram instaladas salas privadas da Família Real, escritórios e outros departamentos de segurança. O palácio Zarzuela tem também uma pequena capela, uma área de desportos e um heliporto. No Verão de 2002, o príncipe real, Felipe, Príncipe das Astúrias, mudou-se para a nova residência, um palácio de 3.150 m² construído no interior do parque do Palácio da Zarzuela.


Moradia dos Príncipes das Astúrias e suas filhas













Os Príncipes das Astúrias se mudaram para o interior do Palácio em 2002, a residência dos Príncipes tem 3.150 m². A residência é dividida assim no andar térreo tem: um hall de entrada, o escritório do príncipe e outro para o seu assessor, uma sala de espera, uma biblioteca, uma sala comum, uma sala formal de jantar, uma sala de estar, uma sala de jantar privada, uma suíte e uma cozinha com gabinete, um porão, uma cozinha industrial; quatro quartos com banheiros, sala de jantar, sala de estar, um sótão vazio, uma garagem com oito lugares e área de piscina.


 Jardins

O Palácio da Zarzuela tem um jardim italiano com fontes, um outro jardim e um viveiro de árvores. Reconstruído após a Guerra Civil, o arquiteto Diego Méndez (1958), manteve a sua caixa original e a parede do pórtico e recriou os jardins projetados por Gaspar Bandal no século XVII.  A envolvência do palácio está cercada por uma rica fauna.